sábado, 19 de dezembro de 2009

O PINTO E O BARATA...


Meu Douto Dr. Junior Bonfim, eu não me lembro se o “pinto” era do Seu Avô Sr. Tetero Bonfim ou se o “pinto” era do Sr. Felipe Bezerra, Pai do Prefeito, de Crateús, bem como, a quem o barata pertencia, a qual dos Dois Cidadãos, acima mencionados.

O fato meu Nobre Junior Bonfim, é que se tratava de dois cavalos, que na linguagem turfística, denomina-se autênticos pangarés! Não ganham uma corrida ou mesmo um páreo! Correm para não chegarem, com o “freio de mão puxado”.

Resolveram protagonizar uma corrida entre os dois eqüinos, em uma localidade denominada de “lagoa da porta” que se dava o nome de “prado”. Com presença de uma Pessoa Muito Querida do Seu Avô, o Dólar! Sei que Você não o conheceu, porém, com certeza, dele já ouviu histórias.

Lembro-me que José Bezerra Melo, que tenho a honra de tê-lo chamado de Pai, compadre do seu Avô e, também, compadre do Sr.Felipe Bezerra, apostava no cavalo do Sr. Tetero, o pinto ou barata.

Sr. Milton Menezes, Cidadão correto, firme nas suas atitudes, foi o encarregado de dar a partida dos 2 (dois) pangarés.

Chega o domingo o grande dia, o grande momento, uma grande expectativa reinava, na então Crateús pequena, porém, não pequena Crateús!

Sr. Milton Menezes, conseguiu alinhar os cavalos com seus respectivos jóqueis e é dada a largada!!!!

Adivinha, Meu Nobre! Os dois cavalos, como que combinados! Partiram para lados opostos! Abriram! Nenhum queria correr! Os jóqueis não conseguiram aprumar os ditos cujos!

Repetiu-se mais 2 (dois) domingos seguintes e o desfecho foi o mesmo, qual seja, nunca se conseguiu saber qual dos 2 (dois) cavalos tinha a melhor ou a pior performance.

Salienta-se que as Esposas foram decisivas, no que concerne, a não continuidade de fazer os 2 (dois) pangarés correrem, Uma Delas Dona Missanta. Sua Avó Materna.



Ticuá - RJ

Um comentário:

Dalinha Catunda disse...

Olá Júnior,
Adorei o "causo" dos pangarés.Bem interessante a história, digna de um Leonardo Mota.
Um abraço,
Dalinha